Luana da Silva Hardt Leite criou o Brabus Futebol TEA após enfrentar dificuldades para encontrar uma equipe em que seu filho, Antônio Gabriel, pudesse jogar e participar efetivamente das partidas. O projeto funciona na zona leste de São Paulo e reúne 28 crianças e adolescentes autistas, de 8 a 18 anos, em treinos semanais. Com informações de Revista Crescer.
Antônio recebeu o diagnóstico de transtorno do espectro autista aos 2 anos. Quando pediu para entrar em um time, perto dos 11, a família encontrou espaços onde ele treinava, mas não era escalado para jogos e campeonatos. “A hora do jogo era sempre uma questão. Não era chamado para times, para escalação, para jogar, para campeonatos”, relatou Luana em entrevista à Crescer.
O Brabus começou em setembro de 2024, com crianças conhecidas nas terapias de Antônio e uma quadra cedida gratuitamente. Após ficar em terceiro lugar no Fenômenos Academy 2026, da Fundação Fenômenos, a iniciativa criou estatuto social e CNPJ. Além dos treinos e amistosos, o grupo passou a organizar saídas sociais, como uma visita ao Museu do Futebol, e busca apoio para ampliar o atendimento