Sim, já havia voltado na semana passada, mas, francamente, só mesmo quem torce pelos clubes que se envolveram naquela meia rodada clandestina parou para ver os jogos em plena semana da final da Copa do Mundo.
Hoje, ainda sob a ressaca da conquista espanhola, Atlético Mineiro e Bahia se pegaram no gramado lamentavelmente artificial do Terreirão do Galo.
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E disputaram jogo intenso, dinâmico, em busca dos gols, os mineiros melhores no primeiro tempo quando saíram na frente, aos 45 minutos, graças a Ruan, de cabeça, em ótimo passe de Bernard, cujas pernas voltaram a ser alegres.
Até então os anfitriões tinham criado mais, embora a chance mais aguda tenha sido baiana, ao atingir a trave atleticana, aos 34, com William José.
Quando se esperava que o Galo voltaria com ganas de liquidar o jogo o que se viu foi o Bahia muito melhor até empatar com Ademir, aos 11, em jogada de Rodrigo Nestor muito bem completada por Ademir ao estufar a rede mineira: 1 a 1 com lei do ex.
Os tricolores seguiram melhores, mas, outra vez com sinal trocado, os alvinegros criaram as chances mais agudas, numa delas com Dudu batendo falta inexistente na cabeça de Cassierra e dela no cocoruto do travessão.
No último lance, foi o Bahia quem acertou o travessão com David Duarte em cabeçada violenta.
Em resumo, os dois time mostraram vontade e fome de bola e deram bom espetáculo para mais de 31 mil torcedores que, é claro, esperavam vitória atleticana.
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