O provável jogador mais caro da janela de transferências da temporada 2026/27 estará em campo no jogo que pode levar a Inglaterra às oitavas de final da Copa do Mundo-2026.
O volante Elliott Anderson, que está prestes a protagonizar uma saída milionária do Nottingham Forest rumo ao Manchester City, é uma certeza do English Team para o confronto com a República Democrática do Congo, a partir das 13h (de Brasília), em Atlanta.
De acordo com diferentes veículos da imprensa britânica, o jogador de 23 anos já se acertou com a antiga equipe de Pep Guardiola e fará os exames médicos necessários antes de assinar contrato assim que sua participação no Mundial chegar ao fim.
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Ainda há informações conflitantes em relação ao valor da transação, que flutua entre 135 milhões de euros e 145 milhões de euros (no máximo, R$ 860 milhões).
Apesar da expectativa de alguns grandes negócios serem fechados depois da Copa, como a ida da revelação marfinense Yan Diomandé para o Paris Saint-Germain, nenhum deles deve atingir um patamar financeiro tão alto assim.
Se a transferência alcançar mesmo os 145 milhões de euros, Anderson pode igualar o recorde do atacante sueco Alexander Isak, do Liverpool, e virar o reforço mais caro da história do futebol inglês.
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Nesse caso, o meia da Inglaterra viraria também o protagonista da quarta maior transação já fechada no futebol mundial, atrás apenas das idas de Neymar e Kylian Mbappé para o Paris Saint-Germain e da chegada de Ousmane Dembélé do Barcelona. Todas essas transações aconteceram ainda na década passada.
Embora esteja para protagonizar uma transferência de proporções históricas, Anderson é um dos titulares menos conhecidos da Inglaterra na Copa-2026.
O volante estreou pela seleção há apenas nove meses e sua presença na formação ideal de Thomas Tuchel era bastante questionada até o pontapé inicial do Mundial da América do Norte.
Revelado nas categorias de base do Newcastle, Anderson mudou-se para o Nottingham Forest em 2024 para "fugir" da concorrência com o brasileiro Bruno Guimarães e com o italiano Sandro Tonali.
Na primeira temporada, já foi um dos destaques do time que quase se classificou para a Liga dos Campeões da Europa. Na segunda, deu um passo além, virou jogador de seleção e o "cara" da janela de transferências.
A presença de uma rodada extra de mata-matas, anterior às oitavas de final e reunindo 32 seleções, é uma das ferramentas implantadas pela Fifa para viabilizar o formato que estreia nesta Copa.
Por conta dessa mudança, as seleções finalistas do Mundial-2026 terão de disputar oito partidas, uma a mais do que previa o calendário das últimas edições do torneio.
A Copa que está em andamento é a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, tem jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Também estabelece novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104).
A decisão do Mundial está marcada para o dia 19 de julho e terá o MetLife Stadium, em Nova Jérsei, nos EUA, como palco.
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