O Palmeiras publicou um vídeo em suas redes sociais oficiais (assista mais abaixo) debochando do Flamengo por conta das críticas dos jogadores rubro-negros ao atual estado do gramado do Maracanã. As fortes queixas dos atletas do time carioca ocorreram logo após a classificação sobre o Estudiantes na última quinta-feira (17), no duelo de volta das quartas de final da Copa Libertadores de 2026.

Na mídia compartilhada na web, o Alviverde fez um compilado das reclamações dos jogadores do Fla, ressaltando a fala do zagueiro Leo Ortiz ao fim do vídeo.

O xerife rubro-negro enfatizou a qualidade ruim do gramado do Maraca, pedindo o suporte dos responsáveis pelo tratamento do piso, uma vez que o Fla sentiu dificuldades na partida como consequência. Ortiz também disse: "Por isso que, em alguns momentos, as pessoas falam do sintético. Às vezes, tem que dar razão para elas. Com gramados como esse, motiva muito a ter o sintético. O maior dos culpados para ter gramados sintéticos no Brasil é o gramado natural desse jeito."

Além do defensor, o goleiro Rossi e o meia-atacante Arrascaeta também detonaram publicamente as condições do campo do jogo da última quinta-feira.

Vale pontuar que a casa do Palmeiras, o Nubank Park, é alvo de constantes queixas pelo uso do gramado sintético.

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Além de dirigentes, como o caso do próprio presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o "Bap", atletas como Neymar, Thiago Silva, Bruno Henrique, Philippe Coutinho, Lucas, Alan Patrick e Gabigol já demonstraram suas insatisfações, chegando até mesmo a emitir um comunicado oficial em 2025, com ênfase para "Juntos pelo espetáculo. Futebol é natural, não sintético", protestando contra o piso, que é utilizado no estádio alviverde. 

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O tempo é o senhor da razão 🤷‍♂️ pic.twitter.com/8sEoYNSghL

Muitos lembram do Campeonato Brasileiro de 1987 ser marcado por não ter sido inteiramente organizado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), mas há outra edição em que a entidade máxima do futebol brasileiro esteve completamente alheia ao torneio. No Brasileirão de 2000, a CBF não organizou a principal competição do país, em função de uma intrincada batalha jurídica que movimentou os tribunais esportivos do país.  Relembre