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Ficam cada vez maiores as chances de termos mais um brasileiro na Fórmula 1 para a temporada de 2027. De acordo com relatos recentes, Rafael Câmara, atualmente parte na Fórmula 2, é um dos nomes mais cotados para formar a dupla de pilotos da Haas F1 ao lado de Oliver Bearman no ano que vem.
A notícia aparece em meio a relatos de desgaste entre o francês Esteban Ocon e a diretoria da equipe — algo que circulava desde o início do ano. Agora, em uma entrevista recente, Ocon declarou: “No momento, sou definitivamente um agente livre para a temporada que vem. Há algumas coisas nas conversas que estão totalmente fora do meu controle. Alguns tópicos estão fora. Vou continuar me esforçando até o fim do ano e veremos como as coisas avançam.”
Segundo uma matéria ontem (22) pelo portal italiano AutoRacer, Câmara é um dos favoritos do dono da escuderia, Gene Haas, para ocupar um eventual assento vago. Durante uma bateria de testes em Algarve, Portugal, foi a performance do brasileiro que mais impressionou Haas, que colocou Rafael Câmara no topo da lista de candidatos. Na avaliação técnica do chefe de equipe, Ayao Komatsu, o nome do atual campeão da F2, o italiano Leonardo Fornaroli (que faz parte do programa de jovens pilotos da McLaren), também se destaca. Entende-se, porém, que a palavra final é de Gene Haas.
As conexões de Câmara também podem favorecê-lo — afinal, ele tem treinado com a Ferrari Drivers Academy, e é a Ferrari quem fornece os motores da Haas na Fórmula 1. (Dalmo Hernandes)
O Tribunal de Justiça do Maranhão condenou a BYD a pagar uma indenização de R$ 1,2 milhão por danos morais coletivos por uma campanha realizada em 2024 no estado. De acordo com a sentença, proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins (da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís), a fabricante violou o direito do consumidor à informação e realizou práticas abusivas na pré-venda do BYD Dolphin Mini.
A ação, movida pelo Procon-MA, apontou que a campanha de lançamento do carro escondeu o preço real do veículo, que acabou fixado em R$ 115.800. Na época, a publicidade gerou nos consumidores a expectativa de que o modelo custaria em torno de R$ 99.800, podendo cair para até R$ 89.800 com descontos para os primeiros compradores.
Atraídas pela promessa, mais de 200 pessoas apenas no Maranhão pagaram um sinal de R$ 10.000 para garantir a reserva do carro. Segundo o juiz, a estratégia da empresa colocou o consumidor em uma armadilha: ou ele aceitava pagar um preço final bem mais alto do que o esperado, ou corria o risco de perder a prioridade na fila e enfrentar burocracia para receber o reembolso do sinal pago.
Além da multa milionária — que será destinada a um fundo estadual de defesa dos direitos —, a Justiça determinou regras claras para reparar quem fez a reserva. Quem quiser acionar o direito de arrependimento e desistir da compra deverá receber o valor do sinal de volta em, no máximo, cinco dias úteis após o pedido. A fabricante também será obrigada a garantir as condições prometidas na pré-venda (incluindo o bônus de R$ 10.000 e o carregador de bateria, avaliado em R$ 7.000) a todos que reservaram o carro entre 25 e 28 de fevereiro de 2024 e ainda queiram fechar negócio.
Além disso, em até 30 dias após o fim do processo, a BYD precisa criar canais online e físicos exclusivos para atender a esses clientes. (Dalmo Hernandes)
Parece que, depois da Ferrari e da Koenigsegg, a Porsche será a próxima fabricante a oferecer um câmbio manual em H derivado de uma caixa de embreagem dupla. Isso, porque a marca registrou na Europa um sistema de transmissão que é uma espécie de PDK três-em-um: pode operar com trocas automáticas, manuais pelas borboletas, ou em H pela alavanca.
Sim, o sistema é basicamente igual ao que Ferrari e Koenigsegg apresentaram recentemente na 12Cilindri Manuale e no CC850, respectivamente — você solicita a troca pela alavanca em H, mas quem faz a mudança mesmo é o robozinho que vive dentro da transmissão.
Embora pareça uma solução complexa para algo que já está resolvido há mais de cem anos, o maior empecilho de se usar um câmbio manual é o sistema híbrido dos 911, segundo o CEO da Porsche North America, Timo Resch. Como o T-Hybrid usa um motor elétrico integrado ao PDK de oito marchas, é tecnicamente inviável combiná-lo a uma caixa manual — e é este o motivo pelo qual o novo 911 Carrera GTS não é oferecido com o câmbio manual de seis marchas.
O registro do sistema, claro, não significa que o câmbio chegará à produção, mas o timing é no mínimo curioso: em agosto, Resch disse que o atual T-Hybrid e um câmbio manual “não são compatíveis”, mas que não ficaria surpreso se os engenheiros encontrassem uma solução. Parece até que ele plantou a expectativa, não? (Leo Contesini)
A Jeep começou a vender o Avenger Série Especial 85 Anos, apresentado no Festival Interlagos em agosto. Serão apenas 500 unidades por R$ 142.990, o que curiosamente deixa a edição comemorativa R$ 3.000 abaixo do Avenger Limited, atualmente o mais caro da linha.
A série especial vai além dos adesivos e emblemas e ganha rodas de 18 polegadas com acabamento exclusivo da versão, teto contrastante, grade iluminada e faróis Matrix, além de acabamento interno em Mayan Gold. Há ainda câmera 360 graus, ACC, sensores dianteiros e o sistema Jeep Adventure Intelligence com assistente de voz ChatGPT.
Mecanicamente, não há mudanças. O Avenger continua usando o 1.0 Turbo 200 flex recalibrado para 116 cv e 20,4 kgfm, auxiliado pelo sistema híbrido leve de 12 volts. O motor elétrico tem 4 cv e 1 kgfm, mas não movimenta o carro sozinho. Segundo a Jeep, o conjunto leva o Avenger aos 100 km/h em 10,3 segundos e à máxima de 185 km/h. (Leo Contesini)
Embora não tenha o mesmo peso de Gibson e Fender, a PRS é uma das fabricantes de instrumentos musicais mais tradicionais da história. E quem curte som e off-road vai curtir a novidade dos caras: a linha de guitarras Defender, feita em parceria com a Land Rover, que conta com dois modelos: a Silver Sky Defender Maryland e a Silver Sky Defender SE — ambas no modelo clássico da Fender Stratocaster com três captadores do tipo single coil.
A Defender Maryland é inspirada no modelo clássico do jipe, o que fica evidente pelas cores sólidas — azul “Arles Blue”, vermelho “Portofino Red”, amarelo “Sandglow Yellow” e verde “Willow Green”, todas vindas do catálogo do Defender quadradão que saiu de linha em 2016. A Defender SE, em contrapartida, é inspirada no Defender atual, também com cores disponíveis no catálogo do SUV, todas metálicas: cinza “Carpathian Grey”, champagne “Petra Copper”, vermelho “Sedona Red” e verde “Woolstone Green”. Ambas as versões trazem o nome Land Rover Defender na neck plate (a placa de metal que fica na parte de trás da guitarra, bem na junção do corpo com o braço)